Olá pessoal!
Os dias voam! E hoje foi o mais agitado aqui em Vancouver.
Não sou de escrever sobre mim (o que faço ou compro, por exemplo) mas achei interessante falar do dia de hoje!
Fiz três horas de voluntariado na escola em que a Val trabalha. Depois, almocei com três brasileiras: Marisol (que fez contato comigo pela lista de e-mail do grupo de Brasileiros), Cecília e Selma (que está nos dando uma força super grande com nossos currículos). O almoço foi uma delícia!
À tarde, garimpei quatro calças na Sears (calças mais quentes de lã e veludo) e gastei apenas C$70.00 nesta compra, acreditam? O recorde foi uma que custou C$9.70.
Ph e eu ainda fomos comprar nosso tão esperado sofá, que será entregue amanhã. Como é difícil escolher!
E, por fim, fomos a uma festinha na casa de um colega da escola em que estudei. Com direito a Seu Jorge e Zeca Pagodinho! Quase morri de rir com minhas amigas turca e francesa tentando dançar samba e pagode!
Bom, acho que sofrer de tédio aqui não vou, certo?
Beijos e uma ótima sexta feira para todos!
Renata
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
SkyTrain
Olhem só o ph e eu brincando de motorista do SkyTrain.
O SkyTrain (metrô) de Vancouver não tem motorista, tudo é controlado por uma central.
By the way, adoro sentar na frente e ver a bela paisagem da cidade (até mesmo quando está chovendo).
Beijos para todos e bom fim de semana
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
E chove!
E chove pessoal! Não imaginei que chovesse tanto...
Parece que amanhã vai sair um solzinho (ou pelo menos não choverá tanto) e vamos mais uma vez para usar o verbo que tanto conjugamos aqui...rs...comprar!
Amanhã é a vez dos sapatos de neve que o ph mencionou no post anterior. Ainda não estamos totalmente preparados para chuva e frio e por isso não podemos ficar com dor na consciência ao gastar com isso...faz parte da vida de imigrante!
Ah, detalhe importante que ph esqueceu, tudo que veio da Ikea tivemos que montar sozinhos. Até cadeira!
Segue a prova de que veio tudo desmontado.
Beijos Renata
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Money, money
Um dos verbos que um imigrante mais conjuga no começo de vida nova é... "comprar". Não se trata de consumismo, mas de pura necessidade, já que não se tem praticamente nada. Isso que nós ganhamos várias coisas, como TV, mesinha pra TV, micro-ondas, cafeteira, cômoda do quarto, mesa de cozinha...
Mas que diabos vocês compraram, então?
Bom, fomos até a Ikea e viemos carregados. Mentira; eles vieram entregar em casa diante de uma módica quantia de 50 dólares. Compramos uma escrivaninha que vem com uma pequena estante conjugada, cadeiras, uma mesinha e uma luminária (aqui, as salas não têm lâmpada).
De móveis, só nos faltam, agora, os sofás - que aqui são bem caros. Outra coisa que temos que comprar são os sapatos pra neve, antes que neve de verdade e os preços vão às alturas.
Até há duas semanas, eu não tinha comprado nenhum livro aqui. Até que entrei na Chapters e não aguentei. Minhas primeiras aquisições foram três livrinhos ótimos pelo preço de um: The Bedside Book of Algebra, The Stuff of Thought e 50 mathematical ideas you really need to know. Tudo em promoção.
Outras coisas que tive que comprar foram roupas impermeáveis pra poder jogar futebol. Aqui quase não tem chovido; só há três semanas que não vemos a luz do sol.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
terça-feira, 17 de novembro de 2009
De velhinhos e crianças
O Fábio lembrou bem no comentário dois posts abaixo. Aqui, mesmo com frio e chuva, ninguém deixa de fazer nada. O nosso time, por exemplo, treina às terças à noite, às 21h. Na semana passada, chovia e fazia frio, mas ninguém deixou de jogar. Os campos estavam lotados.
Aliás, esse asssunto estava na nossa lista de posts há algum tempo. A diferença de comportamento entre os canadenses e os brasileiros. Aqui, há muitos velhinhos nas ruas. Um dia vimos uma velhinha numa cadeira de rodas motorizada que mal conseguia segurar a cabeça. Mas andava muito bem pelo shopping de Metrotown.
Aqui na frente de casa vi uma cena ainda mais impressionante. Uma velhinha toda curvada, parecendo um cabo de guarda-chuva, empurrando o seu carrinho de supermercado. Mas cadê a foto, ph? Pois é, não tirei.
Claro que é porque há infraestrutura adequada para facilitar a vida deles. As calçadas são adaptadas, os ônibus tem um sistema que baixa para facilitar a entrada e saída de velhinhos, deficientes e mulheres (ou homens) com carrinhos de bebê. E, claro, há gente civilizada dirigindo os carros.
A propósito, as mães também estão por todo lado carregando seus rebentos, mesmo os bem pequenos. Não importa se está frio e chovendo. E até no transporte público. Outro dia havia duas mães com os filhos no carrinho debaixo de chuva fina no ponto de ônibus. Os carrinhos tinham uma cobertura plástica, e as crianças estavam muito bem agasalhadas.
No Brasil, conheço gente que não tira o filho de casa antes de um ano de vida. E mesmo depois disso, tem que voltar pra casa antes da hora do sono da princesa (ou do príncipe). A criança não pode dormir no carrinho, por exemplo, no meio do shopping. Isso num país tropical em que o clima é ótimo.
As crianças se acostumam aquilo a que os pais os condicionam. Se saem de casa desde cedo, os moleques se acostumam. Pode haver também uma explicação econômica para isso. Aqui, pagar uma babá é caro. No Brasil, ainda temos quase-escravos.
Aliás, esse asssunto estava na nossa lista de posts há algum tempo. A diferença de comportamento entre os canadenses e os brasileiros. Aqui, há muitos velhinhos nas ruas. Um dia vimos uma velhinha numa cadeira de rodas motorizada que mal conseguia segurar a cabeça. Mas andava muito bem pelo shopping de Metrotown.
Aqui na frente de casa vi uma cena ainda mais impressionante. Uma velhinha toda curvada, parecendo um cabo de guarda-chuva, empurrando o seu carrinho de supermercado. Mas cadê a foto, ph? Pois é, não tirei.
Claro que é porque há infraestrutura adequada para facilitar a vida deles. As calçadas são adaptadas, os ônibus tem um sistema que baixa para facilitar a entrada e saída de velhinhos, deficientes e mulheres (ou homens) com carrinhos de bebê. E, claro, há gente civilizada dirigindo os carros.
A propósito, as mães também estão por todo lado carregando seus rebentos, mesmo os bem pequenos. Não importa se está frio e chovendo. E até no transporte público. Outro dia havia duas mães com os filhos no carrinho debaixo de chuva fina no ponto de ônibus. Os carrinhos tinham uma cobertura plástica, e as crianças estavam muito bem agasalhadas.
No Brasil, conheço gente que não tira o filho de casa antes de um ano de vida. E mesmo depois disso, tem que voltar pra casa antes da hora do sono da princesa (ou do príncipe). A criança não pode dormir no carrinho, por exemplo, no meio do shopping. Isso num país tropical em que o clima é ótimo.
As crianças se acostumam aquilo a que os pais os condicionam. Se saem de casa desde cedo, os moleques se acostumam. Pode haver também uma explicação econômica para isso. Aqui, pagar uma babá é caro. No Brasil, ainda temos quase-escravos.
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